segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Será que há música de mulheres e música de homens?




James Blunt e Alanis Morissette com audiência feminina, Neil Young e Joy Divison com mais fãs entre os homens. Terá a melomania o género em conta?


Será que há música de mulheres e música de homens? O jornal inglês The Times falou com especialistas em música e psicologia e conclui que sim, mas o que o cérebro é muito flexível do que pensava há alguns anos.


O artigo publicado ontem é peremptório: há mais mulheres a gostar de nomes como James Blunt, Alanis Morissette, Tori Amos, Cat Stevens ou Janis Joplin e os homens dominam quando se fala de Neil Young, The Smiths, Joy Division ou Led Zeppelin.


Segundo Nicola Dibben, especialista em psicologia da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, uma das respostas para a melomania em sintonia com o género vai ao encontro do papel da música enquanto definidor da identidade.


"Primeiro ouvimos uma música pela perspectiva do que é aceitável de acordo com as nossas regras, ou pela perspectiva daquilo que o artista representa. Depois, decidimos se nos queremos identificar com ele. Por exemplo, o heavy-metal soa barulhento, estridente e poderoso... características que se associam à masculinidade. Mas, enquanto mulher, posso dizer:'sinto-me poderosa e forte, é assim que sou', e comprar na mesma", explicou àquele jornal.


Faz sentido esta distinção? Há algum artista para quem ter admiradores de um sexo ou outro seja "estranho"? O autor do artigo fez a pergunta à filha de 14 anos. Na resposta, a rapariga diz que às vezes os seus amigos rapazes gostam de bandas com vocalistas mulheres, como os Paramore, ou até de cantoras como Kate Nash, o que considera "esquisito".


Para outro especialista, Raymond MacDonald, as noções de feminilidade e masculinidade parecem ser mais pertinentes do que o género. Segundo o professor de uma Universidade de Glasgow, Escócia, a teoria de empatia-sistematização define a existência de dois tipos distintos de cérebro -simplificando, um cérebro feminino e outro masculino - que determinam, entre outras coisas, o gosto musical.


"O que acontece é que há mais homens com um cérebro dado à sistematização e mais mulheres com a empatia na base do estilo cognitivo. É por isso que quando se observa um género há resultados muito ambíguos. O cérebro pode ser diferente dentro do mesmo sexo, ou seja, há mulheres que podem gostar de música 'tipicamente' masculina", sublinha MacDonald.


Os adorados pelas mulheres e detestados pelos homens, e vice-versa, segundo o Times:


Público feminino
James

Blunt Take That

Cat Stevens

Justin Timberlake

Joan Armatrading

Tori Amos Alanis Morissette

Simply Red

Janis Joplin

Genesis


Público masculino
Neil Young

The Smiths

Autechre

Tortoise

The House Of Love

The Fall

Steely Dan

Joy Division

Ganf Of Four

Led Zeppelin

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Nascidos antes de 1986!



"Nasceste antes de 1986? Então lê isto... Se não tens...lê na mesma.. Esta merece!!!!! Deliciem-se...


De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.


Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças", ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.


Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.


Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.


Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.


Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentose depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões.

Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.


Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.


Não tínhamos PlayStation, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.


Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua. Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossosmas sempre sem processos em tribunal.


Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.


Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.


Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei.


Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.


És um deles? Parabéns! Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem".


Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós. Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios. A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986.


Chamam-se jovens.


Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle. Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname.


A SIDA sempre existiu. Os CD's sempre existiram. O Michael Jackson sempre foi branco. Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia um deus da dança.


Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado. Não conseguem imaginar a vida sem computadores.


Não acreditam que houve televisão a preto e branco.


Agora vamos ver se estamos a ficar velhos: 1. Entendes o que está escrito acima e sorris. 2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada. 3. Os teus amigos estão casados ou a casar. 4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores. 5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis. 6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez). 7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos. 8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar.


SIM ESTÁS A FICAR VELHO heheheh , mas tivemos uma infância do caraças"

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

O que é feito do bebé da capa de Nevermind ?



O "bebé" Spencer Elden, 17 anos depois

O que é feito do bebé da capa de Nevermind ?

Spencer Elden, estrela da capa do segundo álbum dos Nirvana, tem 17 anos e sente-se "a maior estrela porno do mundo".

Não fez nada para aparecer numa das mais famosas capas de discos de sempre, mas acabou por se tornar numa mini-celebridade à conta disso. Spencer Elden, o rapaz americano que aos três meses foi fotografado para a capa de Nevermind , dos Nirvana, tem agora 17 anos e um estranho estatuto de "anónimo famoso".
"É um bocado assustador que tantas pessoas me tenham visto nu", afirmou Spencer Elden em entrevista à MTV. "Sinto-me a maior estrela porno do mundo!".
De acordo com um artigo recente do jornal Público, pela aparição na capa de Nevermind Spencer Elden recebeu 200 dólares, um disco de platina como recordação e um urso de peluche.
O bebé "aterrou" na icónica capa de forma perfeitamente acidental: os seus pais eram amigos do fotógrafo que trabalhava com os Nirvana nessa altura, Kirk Weddle. "Queres fazer 200 dólares e atirar o teu miúdo à água?", sugeriu o fotógrafo ao pai do bebé.
A criança foi então fotografada debaixo de água (a nota e o anzol foram colocados na imagem posteriormente) e os pais de Spencer Elden só perceberam o uso que tinha sido dado à foto quando, três meses depois, viram o seu filho num grande cartaz.
Em 1994, Kurt Cobain e Courtney Love afirmaram que gostariam de convidar o bebé de Nevermind para jantar, quando ele fosse mais velho - plano inviabilizado pela morte do líder dos Nirvana, meses mais tarde.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

"o melhor" by Fernando Alvim




Os melhores cantores são os bêbados, os melhores cabeleireiros são os larilas, os melhores taxistas são os que dizem “No tempo do Salazar é que era bom”, o melhor cigarro é o primeiro do dia, o melhor carteiro toca sempre duas vezes e uma delas é na nossa mulher, o melhor leitão é o da Mealhada, a melhor Miss foi a Helena Laureano mas já foi há muito tempo. Os melhores filhos são os nossos, os melhores pilotos são aqueles que já caíram uma vez ou outra mas sem importância, os melhores filmes nunca ganham os óscares, a melhor festa é sempre aquela a que não vamos, as melhores evasões são as fiscais. Os melhores árbitros são aqueles que conseguem roubar mesmo à frente do nosso nariz, as mulheres mais bonitas são sempre as dos outros, as melhores mercearias são as mais careiras, os alunos de maior talento são os que não estudam nadinha, os melhores políticos são os que se fazem aprovar tal qual uma lei.Os melhores artistas são os que vivem na penúria, os maiores génios são os que obtiveram reconhecimento depois de morrer, a melhor notícia é a de abertura, o melhor do mundo foi o Pele. Os melhores momentos são aqueles que não estávamos mesmo a contar, o melhor do dia foi isto agorinha mesmo, o melhor orgasmo “desculpem mas não posso dizer!” a melhor caneta é aquela que não escreve no exacto instante em que precisávamos dela, o melhor lápis é aquele que desaparece no momento em que alguém do outro lado da linha nos diz “Quer apontar o número?” e nós do outro lado” Quero pois, estou só aqui à procura de um lápis que deve estar por aqui, é só um bocadinho se não se importa, porra para a porcaria do lápis que não aparece, oh querida viste o lápis? A melhor comida é a lá de casa, o melhor calor é o do Inverno, a melhor namorada foi a primeira, o melhor jogo foi aquele 6 a 3, a melhor fundação é a que faz lavagem de dinheiro, o melhor ladrão é o que rouba aos ricos para dar aos pobrezinhos, o melhor pudim- e agora cantemos todos juntos - "É pudim Danone! Não pares!Não pares!É pudim Danone!" - o melhor nariz é do Júlio Isidro, a melhor caldeirada é a que estamos metidos, o melhor número suplementar é o do totoloto, o melhor domingo é aquele em que passamos a ver filmes deprimentes deitados no sofá, o melhor tempo é o tempo da outra senhora, o melhor de tudo é termos saúde, a melhor série foi o verão azul, a melhor jornalista é a Clara de Sousa quando vem com uma saia curtinha, a melhor linha foi “Bingo!”.
A melhor mãe é a nossa, a melhor frase é aquela que nunca te disse, o melhor orvalho é o da manhã pela fresquinha, as melhores previsões meteorológicas eram as do Anthímio de Azevedo. Os melhores doces eram os da avó, a melhor canja é a de galinha, o melhor vizinho é aquele que só chama a polícia por volta das 2 da manhã, as melhores multas são as que são amnistiadas com a vinda do Papa, a melhor revolução foi o 25 de Abril, os melhores desenhos – com excepção da animação com bonecos de plasticina da Bulgária – eram os do Vasco Granja, a melhor aposta era a “ai que me esqueci de preencher o boletim!”, o melhor médico era o de família, as melhores compromissos são os inadiáveis, o melhor número será sempre o 115. O melhor partido é “aquela rapariga que é de boas famílias, filho!”, o melhor sindicalista foi o Torres Couto quando tinha bigode. A melhor noiva é aquela que chega mais de meia hora atrasada, o melhor aumento já foi há muito tempo, os melhores recibos são os verdes, o melhor